Podcast Dylanesco #34 – Para além de Joan Baez: duetos Incríveis de Bob Dylan com mulheres

Quando a gente pensa em duetos de Bob Dylan, o nome que sempre aparece primeiro é Joan Baez.

Mas ao longo de mais de 60 anos de carreira, Dylan dividiu o microfone com muitas outras vozes femininas. Algumas famosas, outras quase esquecidas, mas todas incríveis como momentos únicos.

Neste episódio, saio do óbvio pra contar cinco desses encontros: de uma fã que invadiu o palco na Holanda e virou parceira de um dueto improvisado, até Patti Smith, Norah Jones, Mavis Staples e Clydie King. Cada uma revelando um Dylan diferente, mais vulnerável, mais brincalhão, mais entregue.

Tem história de amor não correspondido, tem fé, tem improviso, tem um beijo no meio de uma canção.

Vídeos mencionados no episódio:

Podcast Dylanesco #33 – Rolling Thunder Revue (Parte 3): álbum “Hard Rain”

Existe uma diferença enorme entre o suor de quem está se divertindo e o suor de quem está desabafando.

Em 1975, a Rolling Thunder Revue foi um circo cigano, cheio de camaradagem e reinvenção. Poucos meses depois, em 1976, Bob Dylan voltou à estrada, mas já não era o mesmo homem, nem a mesma turnê. O casamento por um fio, a morte de Phil Ochs, um Dylan mais fechado e mais cansado. O resultado desse momento é “Hard Rain”: um disco-desabafo, catártico, onde canções antigas ganham novos significados e uma “Idiot Wind” de dez minutos parece arrancar o chão de quem ouve.

Neste episódio, fecho a trilogia sobre a Rolling Thunder Revue falando sobre essa segunda fase da turnê, o especial de TV que acompanhou o álbum, o reencontro (e o quase-romance no palco) entre Dylan e Joan Baez, e por que “Hard Rain” pode ser a trilha sonora do que acontece depois que o circo vai embora.

Podcast Dylanesco #32 – Rolling Thunder Revue (Parte 2): Renaldo & Clara

Bob Dylan fez um filme de quatro horas. Com a esposa. Com a ex. Sem roteiro definido. E passou dois anos editando.

Renaldo & Clara é o projeto mais ambicioso da Rolling Thunder Revue. Uma colagem de shows, bastidores e cenas ficcionais improvisadas que mistura amor, arte, identidade e um casamento desmoronando em tempo real.

Neste episódio, Pedro Couto mergulha no filme que Dylan quase não deixou o mundo ver: as duas obras cinematográficas que o influenciaram (e que explicam muito sobre suas intenções), o processo caótico de edição com mais de 110 horas de material, as cenas inesquecíveis com Joan Baez e Sara Dylan e o que Martin Scorsese fez décadas depois com o mesmo material.

Uma conversa sobre máscaras, reinvenção e a coragem de colocar sua própria vida em tela.

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EXTRAS: